A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 21/11/2022

O uso do pronome neutro no Brasil

No momento atual, muito se debate sobre o surgimento de um ´´novo pronome, denominado neutro. Sua terminação, que seria ´´elx, ´´elo, ou até ´´amigues, seria usada para incluir gêneros que não se identificam nem como masculino ou feminino. Quando na verdade, não devem ensinar tais coisas na escola, por conta de não seguirem a Nova Reforma Ortofráfica, de 2009, adotada por todos os paíse da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com o intuito da facilitação da comunicação e escrita entre todos os membros, e também, isso mais atrapalharia do que ajudaria as pessoas que se encontram em fase de aprendizado.

O pronome neutro teve sua primeira aparição na Suécia, em 2012, com a palavra ´´hen``, usada para se referir à qualquer pessoa, independente de gênero ou do sexo. Mesmo com a adesão ao gênero neutro, no país escandinavo, no Brasil usaríamos com o mesmo intuito, a inclusão de gêneros distintos, contudo, teriam de mudar o acordo de 2009, para uma adoção um tanto quanto ineficaz, visto quea alteração de todo um processo que levou-se anos para ser construído, não seria uma coisa simples.

A criação da Nova Reforma Ortográfica, visou a melhor compreensão, diálogo e ensino da nossa língua, já que o número de analfabetos em nosso país passou dos 14 milhões, de acordo com dados do IBGE, de 2022. Comparado com 2018, houve um aumento de 5 milhões nesse número, sendo em 2018 cerca de 11 milhões de não alfabetizados em nosso país. Porém, um dos causadores da disseminação da neutralidade, é a comunicação pelas redes sociais, visto que gêneros fora do masculino e feminino, aparentemente não entendem que, o pronome neutro, causaria um aumento no ensino e uso incorreto de nossa língua. Prejudicando não só quem está em fase de aprendizado, mas também o futuro do analfabetismo em nosso território.

Dessa forma, faz-se imprescindível o auxílio governamental, tanto por redes sociais, quanto nas escolas, para o combate à informações que não são verídicas, e que seu uso não é comprovado, com o intuito da melhora nos níveis de aprendizado, junto com a utilização da língua portuguesa em sua forma correta, e não ferindo à norma culta.

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