A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 18/11/2022
A constituição federal de 1988, o mais importante documento legal do país, prevê em seu artigo o direito inerente à educação de todo cidadão brasileiro. No entanto, observando a linguagem neutra enfatizada no Brasil, esse privilégio não tem ressoado com a ênfase na prática, dificultando a universalização desse tão importante direito social. Deste ponto de vista, é imperativo analisar os fatores que tornam esta situação desvantajosa.
Em primeira análise, deve-se atentar para a falta de capacidade mental para entender que desestimular a norma padrão da língua portuguesa terá consequências devastadoras para o vocabulário brasileiro. Nesse sentido, a criação desse novo dialeto inventado por pessoas não binárias tende a ter um grande impacto na sociedade. Aos que defendem integralmente a atual norma e padrão da língua que domina em toda a região, isso é o que a nova língua neutra diz ser um desrespeito à verdadeira palavra brasileira.
É também importante chamar a atenção para as dificuldades que os deficientes visuais e aqueles que necessitam da aplicação de «software» irão enfrentar com uma nova linguagem. Muitas vezes, as pessoas com dislexia, surdez ou deficiência visual serão as mais afetadas por isso, pois não há nenhum programa que possa ler novas grafias com um “X” ou “@”. A nova frase, que se diz ser uma forma de os não-binários se incluírem na sociedade, pelo que este evento seria uma violação vulnerável da diretiva portuguesa.
Portanto, surge a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo federal, por meio do ministério da educação, aprove uma lei rígida que não possa quebrar a incontestável língua portuguesa, mantendo o dialeto padrão, trazendo assim dificuldades para pessoas com dislexia e deficiência visual. Nesse caminho,