A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 19/11/2022
A linguaguem neutra visa uma inclusão social para pessoas que são LGBT, porém, acaba gerando fatores mais exclusores do que inclusor, visto que pessoas com baixa escolaridade teriam problemas para entender e deficientes que utilizam sistema, como Braile, seriam afetadas diretamente. Nete contexto, fica evidênte que, a linguagem neutra no Brasil, seria um motivador de exclusão de pessoas, como deficientes e também não se adequar a norma da língua.
A priori, é importânte citar que, pessoas de baixa escolaridade, atualmente ja possuem problemas para entender e utilizar da linguagem padrão e com o acressímo de uma línguagem neutra, seria mais um fator para que essas pessoas fiquem fora sociedade e sejam mais afastadas ainda, por não terem conhecimento sobre essa nova norma. Além disso, pessoas deficientes visuais, teriam problemas ainda maiores em se comunicar, já que o sistema criado não preve este tipo de linguagem.
Outro fator, é que na gramática da língua portuguesa, seria um erro, visto que o pronome masculino é considerado neutro, por ser uma linguagem que deriva do latim. Além do mais, essa mudança não seria natural, seria artificial, implicando mudanças na estrutura da língua. O professor Noslen, dono do maior canal de língua portuguesa do Brasil, com quatro milhões de inscritos e grande estudioso da língua, acredita que, é valido que as pessoas do universo LGBT se manifestem e defendam suas causas, porém, que não é possível mudar a língua artificialmente, a mudança tem que ocorrer atrelado a forma padrão e natural.
Portanto, fica evidênte a necessidade de ações para incluir todas as pessoas no Brasil, dentro da esfera social. O governo federal em união com o ministério da cultura, deveriam criar programas para inclusão dos Lgbts, com por exemplo, programas de conscientização para evitar o preconceito e promover uma maior participação política de pessoas simpatizantes da causa. Outra forma, seria o ministério da educação, atrelar um estudo para que se possa incluir nas escolas não somente LGBT, mas também pessoas como deficientes, acabando com estigmas enraizados. Dessa forma o governo brasileiro seria eficiente em lidar com o problema denunciado.