A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 19/11/2022
De acordo com o artigo 3º da Constuição Federal de 1988, é necessário promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, porém é visível que isso não é aplicado na sociedade atual. Diante disso, colocar esse assunto em pauta é essencial para solução dos problemas decorrentes dele, e desse modo, formar uma população mais consciente e respeitosa.
Segundo o educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire, “A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.”. Dessa forma, é fundamental que a comunidade aprenda que as diferenças sempre irão existir, e com isso, compreender que é preciso respeitar para que seja possível viver em plena harmonia e assim criar um país acolhedor com todos.
Pode-se observar que a adoção da linguagem neutra, mesmo que muito julgada, ocorreu em diversos países e é utilizada diariamente em prol da inclusão de todos, um exemplo é a Suécia, que irá introduzir um pronome de gênero neutro para a próxima edição do dicionário oficial do país, sendo previamente encontrado em reportagens e decisões judiciais. Isso demonstra, portanto, que a adoção desse linguajar é uma demonstração de respeito e inclusão a todos.
Em suma, é indispensável a ação do poder público para tomar a melhor decisão. O Ministério da Educação deve disponibilizar palestras nos meios midiáticos com pessoas que vivenciam a importância dessa linguagem, e dessa forma, gerar maior respeito de todos diante dessas pessoas que necessitam do uso desse vocabulário.