A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 21/11/2022
A linguagem neutra foi criada para inclução de pessoas que pertencem ao gênero LGBTQI+. Essa proposta de comunicação tem tido opniões contra, como a questão da redundância e a favor como o mecanismo da inclusão. Tendo estes dois lados em vista, tem se causado debates e discussões sobre o tema. A mudança como é popularmente conhecida através das redes sociais, não se tem uma mudança definida.
Esse tipo de liguagem é bem polêmico tanto pra população em geral quanto para o grupo dos gramáticos. Existem os que dizem que o português já é neutro, ou seja, que “eles” e “todos” já incluem todos os gêneros. Enquanto outros veem que formas como “elus” e “todes” se tornarão parte da norma culta com o passar do tempo.
Diz professor que “na ginecologia, os profissionais já utilizam o termo ‘pessoas grávidas’ em vez de ‘mulheres grávidas’, porque se tem o conhecimento de não ser mais somente mulheres a engrávidar, mas também pessoas trans, entre outros gêneros. Como dito está linguagem foi criada para pessoas que não se indentificam ou não se sentem confortáveis com a norma culta da língua portuguesa.
Geralmente os argumentos contrários a este movimento tem como base o fato de ser considerado o gênero masculino pelos orgãos que regulam os indiomas, como a Academia Brasileira de letras.
Sendo assim como o masculino designa a todos os gêneros, não haveria nessecidade de mudança. Porém após a repercussão esta polêmica tem aumentado, causando incertezas e discussões sobre o tema podendo gerar até mentiras (fake news) de ambos os lados.
Algumas pessoas acreditam que a forma de resolver seria de acordo com a escolha de cada um, quem quiser falar de um jeito fala e se quiser de outro também mas sempre respeitando um ao outro.
Sendo assim concluimos que existem vários pensamentos referentes ao assunto, acreditamos que por um bem maior e de inclusão portanto concluiremos que não basta só a inclusão atráves da fala mas também com atos, e também vimos os dois lados da história.