A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 03/03/2023

Muito se discute a importância sobre o gênero neutro no Brasil. É um assunto visto de forma polêmica e variada de opiniões. Nesse prisma, destacam-se alguns aspectos importantes, como: a maneira de acomodar substituições dos artigos femininos e masculinos, como “todes” ou “elus”.

Em primeira análise, evidência-se maneiras inclusivas de abordar pessoas que não se sentem pertencentes ao gênero masculino e feminino. Os pronomes neutros foram analisados justamente para aumentar a inclusão social de pessoas não binárias, cujo nome é adequado para grupos com essa questão de não obter gênero algum. Não há forma correta para ser utilizados, o uso é feito de acordo com a definição da pessoa não-binária pede para ser apurada. Por não ser uma gramática oficial, a utilização desses pronomes é questionada e é alvo de discussões.

Além disso, é notório e importante para refletirmos, pois de forma inconsciente podemos perpetuar valores, crenças e estereótipos. Os pronomes neutros surgem como um meio de incluir pessoas não-binárias e feito como um ato político para a comunidade LGBTQIA+. Desse modo, existe contradições para não utilizar esses pronomes, pois são palavras impronunciáveis para um grupo específico, como deficientes visuais e disléxicos. Consoante a isso, Tornou-se comum, em textos e discursos ao público, utilizar as variantes masculinas e femininas para falar com pessoas diversas. Porém, pessoas não-binárias ainda não estavam representadas nesse tipo de frase.

Portanto, é necessário uma discussão para debater pontos negativos e positivos sobre o gênero neutro. É de extrema importância adequar situações para pessoas que não se adaptam a esse pronome, e para gêneros não binários, como a inclusão na sociedade, direitos iguais, menções respeitosas e confortáveis.