A literatura como meio de ressocialização de detentos
Enviada em 27/10/2022
Immanuel Kant, filófoso alemão cita que é no problema da educação que se assenta o grande aperfeiçoamento da humanidade. Nesse sentido, é através dos ensinamentos contidos nos livros que ocorrerá a possibilidade de ressocialização dos detentos. Assim, é imprescíndivel uma padronização nos presídios, como também um aumento nas verbas governamentais para essa adaptação social.
Sob tal óptica, segundo o escritor Johann Wolfgang Von Goethe o talento forma-se na solidão, o caráter em sociedade. Com isso, é dever do Estado a recuperação e reintegração dos indivíduos que cumprem pena, para que, assim, possam conviver em sociedade, cumprindo as responsabilidades de trabalho, estudo e respeito ao próximo. Desse modo, é necessário um projeto de reeducação por meio da leitura nas cadeias em todo território nacional.
Além disso, é preciso maiores investimentos do Governo Federal para a gestão da literatura, como um meio de reintrodução dos presidiários em sociedade. Sob esse viés, convém lembrar das consequências dos presos que não são ressocializados, como o aumento do índice de criminalidade. Outrossim, sendo reintregrados para as cadeias e aumentando os gastos econômicos com alimentação, ampliação dos presídios, luz, água e ,assim, afetando toda a população brasileira.
Destarte, objetivando a reintrodução dos detentos em sociedade, através da leitura, o Ministério da educação deve criar bibliotecas nos presídios em todos estados brasileiros. Dessa maneira, por meio de um aumento de verbas, criar um programa de incentivação, por intermédio dos funcionários das cadeias, convidando os presos e indicando livros para leitura semanal sobre temas variados, alterando a cada semana.