A literatura como meio de ressocialização de detentos
Enviada em 29/10/2022
O Brasil é um dos países com maior número de presidiários do mundo, portanto é preciso implementar atividades que ajudem estas pessoas a serem inseridas novamente na sociedade. Por certo, a leitura é uma excelente opção neste sentido já que ocupa a mente dos detentos e os prepara para o mercado de trabalho. Logo, o ato de ler é um ótimo meio para a ressocialização de presidiários.
É preciso preencher o dia e os pensamentos de um detento, para que ele pense e esteja menos inserido no mundo dos crimes. Sem dúvida, ler é muito benéfico para o presidiário pois além de ser uma atividade que pode durar horas, a leitura apresenta um universo totalmente diferente daquele vivido em nosso cotidiano. Por isso, a leitura o mantém ocupado durante o dia e o introduz a um mundo novo muito distante dos crimes, que é o objetivo da ressocialização.
A habilidade de ler é requisito básico em grande parte dos empregos. De tal forma que, os presídios precisam introduzir e ensinar a leitura aos detentos para que eles possam ser novamente inseridos no mercado de trabalho. Portanto, saber ler é fundamental para que os presidiários possam retornar a sociedade, já que se não forem aptos a trabalhar, muito provavelmente cometerão crimes novamente.
Em suma, fica evidente a importância da leitura na ressocialização de detentos. O Estado deve criar diretivas aos presídios, de modo que sejam contratados professores que ensinem os presidiários a ler e que incentivem a prática da leitura. Desta forma, a reinserção dos mesmos na sociedade terá uma taxa de sucesso muito maior do que a atual. Desta forma, diminuindo a criminalidade e a população carcerária.