A literatura como meio de ressocialização de detentos
Enviada em 01/11/2022
‘‘O homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado’’- a frase atribuída pelo filósofo político Jean-Jacques Rousseau pode ser relacionada a literatura como um meio de ressocialização de detentos como uma forma de liberdade, já que ela pode ser um meio de renovação de princípios e é uma forma para que eles adquiram novos conhecimentos.
Em primeiro plano, a prisão é um lugar onde as pessoas normalmente não tem muita esperança, mas estão lá porque cometeram algum crime, então a literatura pode ser introduzida como uma forma de renovação de princípios. Em um artigo publicado pelo site do G1, foi abordado um projeto na penitênciária II de Balbinos o qual 30 presos passaram pelo processo de reeducação por meio da leitura, e os relatos foram de mudança de vida, e de postura.
Além disso, a literatura é uma forma de adquirir novos conhecimentos. Na saga Harry Potter, os estudantes estão sempre com livros e utilizam eles como aliado para buscar informações e conhecimentos que precisam, e isso pode ser aplicado nos presídios, para que os detentos tenham um meio de adquirir novos conhecimentos para que quando eles forem reinseridos na sociedade não se sintam analógos.
Portanto, torna-se necessária medidas que garantam a literatura como um meio de ressocialização dos detentos, para isso, os educadores das áreas literárias devem criar uma proposta de lei que exija que todas as prisões tenham bibliotecas dispinivéis com livros de qualidade e ela deve ser entregue a câmara dos deputados, para que assim quando reinseridos na sociedade eles não se sintam atrás dos outros.