A literatura como meio de ressocialização de detentos
Enviada em 05/12/2022
No Brasil, o encarçeramento de detentos, e a principal condenação delegada como consequência para infrações criminais envolvendo roubo o omissídio, com o tempo de aprisionamento variável conforme a gravidade do crimes. Devido a isso, os presídios brasileiros possuem uma grande quantidade de detentos reunidos, nós quais alguns grupos conseguem estabelecer tipos de socialização mais saudáveis, porém muitos detentos possuem fortes deficiências em socializar com pessoas ou objetivos certos, não se recuperando devidamente do encarceramento, e como consequência o detento após livre, terá mais chances de cometer mais crimes novamente.
Por esse motivo o governo sempre procurou projetos e idéias para conseguir influenciar os detentos a se relacionarem de forma benéfica e segura, e um dos projetos que estão sendo aplicados é a leitura de livros com o intuito de reeducação do modelo de vida do prisioneiro. Penitenciárias que o projeto está sendo aplicado, como a Penitenciárias de Balbinos (SP), já possuem resultados satisfatórios por parte dos detentos, que de acordo com seus relatos, está mudando sua vida para melhor, tanto para viver quanto para comviver.
Porém, mesmo com esses resultados iniciais satisfatórios, um dos principais desafios para aplicar este projeto que se provou muito eficiente em melhorar a comunicação, convivência e socialização entre os prisioneiros, é a aceitação do projeto por parte dos mesmos; pois cada indivíduo possui sua opinião em relação a querer mudar seu modo de se comunicar, e querer adiquirir e aplicar os conhecimentos obtidos através da leitura, e assim se ressocializar com as pessoas ao seu redor.
Por esse motivo conclui-se que a literatura por meio da ressocialização de detentos, pode ser vista como grande ferramenta para proporcionar a mudança no comportamento dos prisioneiro com relação a sociedade, evitando preconceitos e equívocos que dificultam a reentegração do indivíduo; poré todo esse processo depende da vontade e iniciativa do próprio detento, por isso é importante disponibilizar este projeto para mais penitenciárias, para abrangir mais pessoas que queiram mudar de convivência para melhor.