A literatura como meio de ressocialização de detentos
Enviada em 01/02/2024
“Ler ocupa a mente”, afirma detento Isaac Ferreira de 30 anos. Dessa forma, a leitura é crucial na ressocialização dos detentos entregando eles a sociedade sem macula, porém ainda desafios devem ser superados, como diminuição de pena paralelamente a leitura. Ademais, a falta de bibliotecas em sistemas carcerários, bem como profissionais da área.
Segundo Jean Jacques Rousseau, o Estado deve ser mantenedor do “Contrato Social” para com os indivíduos. Diante disso, a leitura por ser importante na vida dos que estão privados da sociedade torna-se libertadora, já que muitos que estão livres estão presos, e outros que estão presos estão livres, pois a leitura liberta. Contudo, a quantidade de livros lidos não é justo na diminuição de pena dos detentos.
Em segunda análise, no sistema carcerário brasileiro há uma escassez de bibliotecas e profissionais bibliotecários, o Estado negligência a demanda da carência de bibliotecas para os privados de liberdade. Ademais, a leitura por ser libertadora para quem está preso ela ressocializa tornando os presos críticos, ganhando bom vocabulário e podendo ser devolvidos a sociedade sem mazelas.
Destarte, cabe ao Ministério da Segurança(MS) e Ministério da Educação(MEC), elaborar um projeto de lei levado ao plenário para que por meio de votação seja aprovado a redução de 10 dias de pena por livro lido, a fim de que seja mais justo. Além disso, que seja instalado bibliotecas em todas penitenciárias e isso pode ser feito por arrecadação de impostos.