A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 24/09/2020
Com o avanço da tecnologia as redes sociais ficaram cada vez mais presente na vida das pessoas, dessa forma, a sociedade começa a viver pela aparência em busca de curtidas e comentários nas comunidades virtuais. Assim, a existência das redes sociais estimulam a manipulação de fotos em busca de uma perfeição estética. Com isso, essa manipulação em busca da perfeição prejudica nas relações sociais que acarretam nos problemas mentais, sendo fruto de um comportamento social influenciado pela vida de aparência.
Em primeira análise, o esteticista Carlos Tavares informa que as manipulações de imagens nas redes sociais contribuíram para o crescimento do setor de estético que vem promovendo um crescimento da padronização da beleza. Desse modo, essa padronização influenciada pelas redes sociais é um fator preocupante, devido aos ricos gerados à saúde dos indivíduos que buscam atingir uma harmonização estética com cirurgias invasivas e arriscada que atingi, também, a saúde mental. Logo, para que as pessoas manipuladas por essa sociedade de aparência são precisos ações para agir na informação sobre os possíveis danos à saúde física e mental.
Em segunda análise, de acordo com a revista Veja, o Brasil encontra-se entre os três primeiros países que mais fazem cirurgia plásticas do mundo, mostrando assim o crescimento cada vez mais elevado em busca de uma perfeição. Dessa forma, é lamentável que as relações humanas estão cada vez mais inseguras pela falta de aceitação do próprio corpo e pela ansiedade gerada pela incerteza de aceitação na sociedade por destoar da padronização da beleza. Assim sendo, os malefícios dessa massificação da beleza humana prejudicam ainda mais as relações sociais e contribuem para o agravamento da saúde mental.
Portanto, é notório a necessidade de mitigar essa influência nos cidadãos que buscam se assemelha-se com aparência exibidas nas fotos. Cabe ao Ministério da Saúde promover campanha de conscientização sobre os riscos gerados das cirurgias e produtos estéticos usados para melhorar a estética, por meio de diálogos com especialistas - médicos, cirurgiões plásticos e esteticistas - e paciente que pretendem ou já fizeram algum tipo de procedimento na harmonização. A fim de que a população seja aconselhada de forma segura e que a realidade apresentada nas redes sociais não está próxima da verdadeira realidade, sendo no meio digital uma realidade de aparência que deve ser mitigada para promover aceitação das diversidades de beleza existente sem massifica-la para que todos sintam-se agradável com seu corpo.