A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 02/10/2020
Segundo o escritor Confúcio, “Ainda não vi ninguem que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo.” Sob essa ótica, fica exposto que o ser humano valoriza mais aspectos corporais, do que esclarecimento de ideias, sendo essa valorização muito presente nas redes socias. Dessa forma, é necessário acabar com essa perpetuação da inse-gurança, causando assim, o estímulo a um ideal inviável que alimenta um ciclo vicioso de culto a belezas irréais.
Em primeira análise, é mister ressaltar os problemas da insegurança nas redes sociais. Nesse sentido, como apre-sentado pelo cantor Hiosaki na música, “Me sinto feio”, a insegurança faz parte do dia à dia dos adolescentes, que são os usuários majoritários da internet, e que devido a fal-ta de confiança manipulam suas imagens. Dessarte, com o intuito de terem um status que não teriam normalmente.
Ademais, urge inferir a noscividade do ambiente online em relação ao quesito corporal. Nesse contexto, como iden-tificado na chamada “Indútria do k-pop” em que a beleza é uma exigência das empresas desse estilo musical, muitos consumidores de conteúdos da internet exigem de seus ídolos corpos quase inalcansáveis e se espelham neles para a criação de seu próprio estilo. Á vista disso, estimulando um ciclo vicioso de padrões impossíveis.
Dessa maneira, no que tange a manipulação de imagem online, cabe ao Ministério da Educação e da Cultura junto à Mídia, emissoras de TV e jornais, por meio de cam-panhas dentro e fora da escola, mostrarem corpos de pessoas reais e ensinarem a aceitação com o próprio ser. Consequen-temente, diminuindo o mal-estar consigo mesmo, e assim rompendo com o ciclo vicioso de padrões de beleza falsos.