A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 04/10/2020
Com o advento da Internet no final do século 20, as barreiras de distância no mundo tornaram-se cada vez menores. Inúmeras redes sociais foram estabelecidas para promover a comunicação, troca de informações e entretenimento entre pessoas de diferentes países. O grupo mais afetado por esse desenvolvimento são os jovens, que realizaram intervenções benéficas e negativas em comportamentos, incluindo mídias sociais, expondo consequências como cyberbullying, depressão, suicídio e dependência
Ao mesmo tempo em que encurta distâncias, simplifica contatos, fornece informações constantemente, e ajuda profissionais e acadêmicos, as redes sociais surgem como alternativa bastante eficiente para vários aspectos. No entanto, por englobar um universo atraente, principalmente para os jovens, abre espaço para casos de bullying virtual, com conhecimentos pessoais, e até mesmo falsos sobre determinada pessoa. Por outro lado, há a gritante dependência pelas mídias sociais, que segundo estudos científicos é pior que o vício em cigarros e álcool.
Ao mesmo tempo, o Instagram é um dos meios mais nocivos para a saúde mental dos jovens, criando complexo de inferioridade em termos de autoimagem, fazendo com que muitos meninos e meninas considerem mudar sua aparência. Depressão, suicídio, ansiedade, síndromes e transtornos alimentares são os efeitos graduais que os adolescentes sofrem com suas posições erradas nas redes sociais.
Deste modo, em decorrência da adoção de uma postura muitas vezes falha de jovens nas redes sociais, há um leque de sequelas negativas para este grupo. Em vista disso, o Ministério da Educação em parceria com as escolas, famílias e as próprias mídias sociais, devem promover debates expondo as consequências do comportamento dos jovens nas redes. Ademais, o governo necessita implantar psicólogos nas instituições de ensino, visando atendimentos e soluções que ajudem os jovens a lidar com esta problemática.