A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 07/10/2020

Devido ao início da quarta Revolução Industrial, estudada pelo alemão Klaus Martin, que é a incorporação da tecnologia nos âmbitos econômicos, políticos e, sendo de importância, social. Com isso, havendo muitas formas de interação e diversão: por exemplo, os efeitos que possuí nos aplicativos “Snapchat” e “Instagram” e os editores de fotos. Portanto, essas formas de entretenimento foram acarretando algumas consequências negativas, fazendo com que muitos tenham problema de autoestima, ansiedade e depressão.

A princípio, 90% dos jovens, entre 14 e 24 anos, usam redes sociais, e nessa parcela, as taxas de ansiedade e depressão aumentaram 70% - de acordo com uma pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido. Contudo, muitos Influencers afetam na decisão de compras, pensamentos, roupas. Isso ocorre porque muitos tem medo de ficar por fora do padrão, assim afetando na autoestima, que é a avaliação subjetiva que faz de sí mesma , sendo nesse caso, negativa.

Por conseguinte, A mesma pesquisa citada acima mostrou que o compartilhamento e a superexposição, impacta negativamente para o sono, a autoimagem e o medo dos jovens de ficarem por fora dos acontecimentos. Assim faz com que ficam horas na internet para que possam seguir e se espelhar em influencers, os fazendo perde sua própria identidade. Conseguintemente, acarretando para que tenha ansiedade, e podendo levar a depressão, pela falta de escolha para sí mesmo.

Devido aos fatos mencionados, esses problemas afetas muitos dos jovens. Em síntese, cabe ao Ministério da Saúde e educação, por meio de verbas às escolas, criem palestras e panfletos - conscientizando os jovens sobre a importância da autoimagem e de cuidarem da saúde mental, e não se super expor nas aplicativos sociais. Afim de diminuir os problemas psicológicos sofrido por muitos jovens.