A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 13/10/2020

Segundo Albert Einstein, cientista alemão, “se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”. Nesse viés, analogamente, é inegável como as redes sociais estão mais presentes na vida dos indivíduos, porém, com a sua evolução acelerada, a realidade é maléfica à saúde mental. Sendo assim, é crucial discutir a falta do autocuidado, como também a importância governamental em abordar o assunto com seriedade.

Em primeiro lugar, de acordo com pesquisa feita pela ONG Scope, as redes sociais fazem mais da metade de seus usuários se sentirem inadequados. Nesse sentido, a maior conectividade, indica menos felicidade aos utilizadores, ou seja, situações adversas passam a ter maior frequência no cotidiano, por exemplo a mania exagerada de se comparar com outras pessoas e isso inclui: aparência física, modo de vida e popularidade.

Por conseguinte, é imprescindível a atuação do Governo Federal, na criação de medidas voltadas à saúde pública, utilizando as redes sociais  para efeitos positivos, com informações precisas a respeito dos efeitos nocivos à saúde humana. Desse modo, estimularia a ideia de fazer “uma limpa” em perfis tóxicos, que são os influenciadores para o agravamento do problema.

Por fim, urge a necessidade do Governo Federal propor parcerias com ONGs especializadas nesse assunto, para seguir fazendo levantamentos estatísticos e, assim destacar as pessoas mais afetadas propondo campanhas educativas gratuitas na internet a cada usuário, com explicações elaboradas e cuidados a serem seguidos. Dessa forma, o sentido da tecnologia proposta por Einstein não excederia, de fato, sobre a humanidade, mas acrescentaria de forma correta.