A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 14/10/2020

O número de suicídios cresceu junto com a popularização das redes sociais. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que uma pessoa comete autoextermínio no mundo a cada quarenta segundo. A manipulação de autorretratos está relacionada a insatisfação com a própria imagem.

No documentário da Netflix “O dilema das redes”, é dito que cresceu o número de jovens recorrem a cirurgias plásticas para ficarem mais parecidos com filtros de fotos. O Instagram, Facebook e Snapchat são vetores que preocupam pela utilização desses recursos.

A busca por aceitação nas redes sociais tem adoecido as pessoas. Em 2009, a popularização dos aplicativos de celular começou a crescer exponencialmente.  No mesmo período, indivíduos da mesma faixa etária que os usuários cometeram mais suicídios do que antes visto. Esse fenômeno foi percebido ao redor do mundo todo.

Para muitas pessoas a medicação psiquiátrica é mal vista, a depressão é sinônimo de fraqueza e quem vai ao psicólogo é visto como louco. É necessário falar sobre saúde mental para derrubar esses preconceitos.

O jovem é o mais afetado nesse cenário por estar na fase de autoafirmação. Para reduzir o impacto negativo das redes sociais na saúde mental dos usuários duas frentes precisam se unir. O estado com políticas públicas e leis. E as plataformas sendo menos comerciais e mais humanitárias. Dessa forma, as coisas podem começar a melhorar.