A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 23/10/2020
Redes sociais: o mal do século
Redes sociais não são uma representação da realidade, já que os posts mostram o lado bom da vida e sobretudo, as aparências perfeitas. A manipulação da imagem nesses veículos é a principal causadora de malefícios à saúde mental, uma vez que incentiva a criação de um estereótipo de corpo ideal e por conseguinte, transtornos são encadeados.
Incansavelmente as redes sociais impõe, de modo velado, qual é o padrão que deve ser seguido. Filtros, que estão muito populares atualmente no Instagram, trazem muitas vezes um retrato extremamente diferente da realidade e que causam gatilho em muitos que veem. Assim, veicular uma imagem que não corresponde com a realidade, proporciona prejuízos na autoestima por simplesmente não se encaixar com aquele estereótipo.
Por conseguinte, começa-se procurar caminhos para atingir a perfeição de modo rápido e fácil, como acontece na anorexia. No entanto, os transtornos alimentares proporcionam prejuízos mentais no indivíduo, como é retratado no filme “O mínimo para viver”. A protagonista é anoréxica, e além de enfrentar problemas em relação à saúde, também lida com a falta de amigos e interação social. Dessa forma, evidencia-se as consequências mais drásticas que a estereotipização proporciona.
Desse modo, de acordo com os fatos mencionados, torna-se explícito os malefícios da manipulação da imagem nas redes sociais. Portanto, para evitar a criação de estereótipos e transtornos como a anemia, os proprietários das grandes redes sociais devem promover ações que desconstruam os paradigmas atuais. Tal atitude deve ser tomada por meio da criação de hashtags que valorizem os indivíduos acima de qualquer tipo de filtro ou estética, como já acontece na #nofilter, para paisagens naturalmente exuberantes. Assim, estereótipos serão abandonados a longo prazo, os transtornos que causam também.