A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 30/10/2020

No Brasil a Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), aprovou às leis 6.853/2010 e 704/2011, tendo em vista, impedir a difusão de imagens digitalizadas com o intuito de alterar traços físicos que se assemelham à processos cirúrgicos. Ademais, a ampla disseminação destas imagens em redes sociais e televisivas criam padrões e problemas psicossociais.

Sobretudo, deve-se salientar que a falta de monitoramento destas mídias por um órgão do governo como o citado outrora, visto que diariamente à um tipo diferente de produto, marca ou figura pública disseminando algum tipo de cirurgia, dietas ou exercícios para conquistar o “corpo ideal”.

Vale ressaltar, que o aumento no índice de suicídio entre os jovens e de modo majoritário entre as mulheres, é notório que a persistência deste dilema pode levar a psicopatias graves , distúrbios físicos como anorexia, bulimia ou até alto flagelação , e também pode alterar o modo de interação social do indivíduo em questão.

Em suma, fica irrefutável que a difusão destas imagens é um dilema que carece acabar antes que persista. Neste sentido, cabe ao governo mobilizar verbas para criar órgãos de fiscalização desse tipo de edital, condiz ao Ministério da Saúde custear palestras com psicólogos habilitado em doenças psicossomáticas, e que mídias e marcas passem a promover a divulgação de conteúdos voltados para pessoas de todas as ideias e biótipos.