A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 27/10/2020

Uma vez que parte da população brasileira tem se importado tanto com o alcance de padrões, a manipulação da imagem nas redes sociais é algo frequente. Observa-se que essa vontade incessante de ficar semelhante a Barbie ou Ken, tem deixado a população doente psicologicamente, pois  não ficam satisfeitos até se tornarem pessoas ‘‘perfeitas’’, fazendo com que o Brasil seja o número um no ranking mundial de cirurgias plásticas.

É relevante abordar, primeiramente, que pesquisas confirmam que apenas quatro por cento das mulheres se sentem bonitas. Entre os fatos que mais influenciam a população brasileira a ser refém da manipulação da imagem nas redes sociais, o principal é a demonstração errada de que um corpo só é bom o suficiente quando não possui manchas, peles caídas.

Em decorrência disso, milhares de pessoas que não possuem dinheiro o suficiente para pagarem cirurgias plásticas, escolhem modificar sua imagem em uma foto usando aplicativos de edição que as modificam completamente, influenciando outros ao mesmo ato. Contudo, é preciso admitir que esse ciclo doido e sem fim, tem causado transtornos psicológicos na vida de muitos, pois não conseguem ter o corpo padrão, que é chamado de corpo ‘‘perfeito’’.

Fica claro, dessa forma, que a população precisa descontruir esses padrões. Faz-se necessário que o julgamento alheio chegue ao fim. É papel da mídia em parceria com influenciadores digitas que pensem dessa maneira, promoverem uma campanha, ou aumentar a visibilidade da ‘’#corpolivre’’. A fim de diminuir o desejo de pessoas a se tornarem quem não são, tendo em mente que são suficientes e que a vida vai além de uma foto bem editada.