A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 28/10/2020

Instagram. Snapchat. Tiktok. Facebook. Esses são os principais aplicativos que manipulam a imagem gerando, infelizmente, malefícios a saúde mental. Desse modo, nota-se que a principal causa para essas disposições problemáticas são os estereótipos impostos pelas mídias.

Em primeira instância, vale ressaltar que no século XXI o perfil nas redes sociais acaba determinado a vida do cidadão. Consoante a Hannah Arendt, com seu conceito “banalidade do mal”, em uma coletividade quando um mal se repete muitas vezes sem ser punido ele se banaliza. Analogamente, no meio cibernético, o uso de filtros que alteram a pessoa para a beleza “ideal” acaba criando padrões, na qual muitos se sentem na obrigação de alcança-los, criando muitas vezes distúrbios mentais. Dessa maneira, essa manipulação acaba diminuindo a autoestima dos usuários gerando graves consequências.

Em segunda instância, é importante salientar que o porte físico está atrelado ao mental. Segundo Aristótales, o fim do homem é alcançar seu bem-estar físico. Entretanto, a linha de raciocínio do filósofo grego é distorcida pela maioria da sociedade ativa na internet, já que, problemas como bulimia, anorexia, depressão são decorrentes entre esse que o fim é a imagem ideal, manipulada pela mídia. Portanto medidas devem ser tomadas para atenuarem esse problema.

Impende, portanto, que a manipulação de imagem nas redes sociais seja banida para assim, diminuir os malefícios à saúde mental. Nesse sentido, cabe aos responsáveis pelos principais aplicativos retirarem esses filtros que impõe modelos de beleza, para assim os padrões da sociedade sejam mudados. É mister também, que o governo prolifere mais sobre saúde mental, sobre causas, sintomas e até tratamentos, por meio de panfletos e outdoors.