A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 29/10/2020
Desde 2009 uma nova rede social surgia, o snapchat, e com ela foi inserida a possibilidade de adicionar filtros faciais, facilmente manipulando a aparência de uma pessoa.
A ferramenta é interessante de certa forma, sendo vista de uma maneira recreativa, como por o rosto de um et, transformar um homem em uma mulher (ou vice e versa). Dando a chance de realizar milhares de imaginações.
No entanto, houve complicações, os filtros que eram utilizados para diversão acabou tornando-se refúgio para as pessoas com dificuldade de aceitação do corpo e os filtros foram o início desses problemas psicológicos.
Além disso outros apps são usados para modelar o corpo, tonificar os músculos, acrescentar o cabelo, adicionar tatuagem, entre outros. Recentemente (27/10/2020) uma blogueira chamada Jojoca demonstrou o que pode ser feito em um aplicativo em cerca de 5 minutos e o quão prejudical isso pode ser, ela mostrou o antes e o depois na sua conta da rede social instagram.
Também é importante ressaltar que esses aplicativos idealizam corpos, sendo algo totalmente nocivo a saúde de quem vê. Eles buscam e introduzem uma “perfeição” que não é real, portanto ao ver as imagens abala sabendo que aquele corpo é algo impossivel de conquistar.
Para que esses problemas fossem menos recorrentes, “apps” ou filtros que manipulassem a imagem deveria ser excluído das plataformas digitais, dificultando a alteração e modelação das pessoas. O ministro da educação juntamente de voluntários da área de saúde deveriam disponibilizar video informativos e consultas psicológicas remotamente (devido à quarentena) para atender e solucionar problemas pessoais assim como esses de aceitação.