A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 30/10/2020
Com o engajamento da população nas redes sociais, foi criada estigma de sempre apresentar a melhor versão possível de si mesmo nas redes. Exibindo o quão perto da “perfeição” a vida dos usuários estaria sempre mostrando situações de felicidade como encontros com família e amigos, viagens, declarações para seus amados, e alguma vezes usando recursos para alterar sua aparência assim, se encaixando nos padrões de beleza. E mascarar todo o resto.
Muitos jovens acabam substituindo a vida social pela online com muita naturalidade. Logo como estão habituados à interação virtual estes tendem a desenvolver maior insegurança em relação à aparência física. Essa questão torna-se ainda mais complexa devido à associação com distúrbios psicossomáticos. A baixa autoestima e os sentimentos negativos contribuem para o surgimento de alguns distúrbios alimentares que podem originar danos vitalícios ao organismo.
Muitas vezes, as mídias sociais pode se relacionar diretamente com a depressão de alguns indivíduos. O sentimento de solidão gerado pelas redes, o Doomscrolling (hábito que alguns usuários tem de continuar lendo notícias independente do conteúdo delicado), cyberbullying, o hábito de auto comparação e até mesmo a privação de sono, de forma conjunta danificam a saúde mental do internauta.
Portanto é necessário que as plataformas exibam anúncios ao abrir as redes sociais advertindo sobre a manipulação digital presente nas imagens. Recai sobre instituições escolares e as famílias a valorização da autoestima dos jovens e a proposição de novas atividades com a finalidade de diminuir o uso excessivo das redes.