A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 30/10/2020

Com a padronização da beleza imposta pela sociedade, a qual trouxe a estética idealizada perante às mídias sociais. Então, a fim de manipular imagens, programadores de aplicativos criaram alguns softwares, capazes de realizar procedimentos estéticos através dos filtros implementados. Para se ter uma saúde mental, é fundamental que não haja inserção na cultura de idealização da beleza, pois de acordo com o filósofo Jiddu Krishnamurti: “Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente.”

Visto que os níveis de padrões de beleza dispararam por conta da formação desses novos app, junto ao surgimento desses programas foi desencadeado os problemas de saúde mental. Pois, viver numa comunidade em que não há aceitação uns dos outros da forma como realmente são, trás inseguranças pessoais e problemas psicológicos. Ademais, pelo fato do contato frequente e direto com a tecnologia todos os dias, as pessoas começaram a se autosabotar com a idealização de si mesmo, onde influencers digitais desenvolvem uma imagem de bem estar e estética, a qual os seres humanos almejam.

Uma vez que o marketing digital originou doenças mentais. Com o intuito de restringir essa autossabotagem com fotografias, plataformas digitais resolveram unificar-se em prol de uma sociedade que esteja bem consigo mesmo e com os outros. De acordo com a Spark AR, plataforma de realidade aumentada responsável pela criação e aprovação dos efeitos na rede social, divulgaram que o Instagram irá remover efeitos que simulam plásticas ou estética desejada.

Portanto, com a intenção de ter uma sociedade com autoestima e sanidade mental, é imprescindível que haja a intervenção das empresas, responsáveis pela origem e aprovação, com o papel de garantir um apoio às pessoas doentes gere programas de autoajuda. Pois, “Quando nosso coração está repleto de empatia, um forte desejo de eliminar o sofrimento alheio surge dentro de nós.”, Matthew Quick.