A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 31/10/2020
Internet causa instabilidade mental?
Há tempos percebe-se que a sociedade usufrui da internet como o maior mecanismo de comunicação, os jovens da denominada “geração z” já dependem da mesma em muitos aspectos, o que pode acarretar danos severos á saúde mental e que influenciam na piora da autoconfiança e autoestima já frágil que assola as últimas décadas.
Inevitavelmente a superexposição da vida alheia faz com que comparemos os bens e beleza com os nossos, de modo que abuse da vulnerabilidade mental dos adolescentes tão instáveis e inseguros. A maioria avassaladora dos que sofrem com tais distúrbios sequer ousam á entrarem nesta árdua disputa online para ver quem tem a vida mais interessante e feliz por se julgarem extremamente inferiores à tudo e todos.
De acordo com os estudos do Hospital Santa Mônica localizado em São Paulo, os danos do uso em excesso da internet e das redes sociais pode acarretar danos profundos e irreversíveis ao cérebro, tão nocivos quanto os causados pela droga cocaína. O vício nos smartphones e computadores começa prematuramente, já que crianças com três e quatro anos já têm contato direto com os mesmos diariamente, levando em consideração que tal tecnologia está inserida na vida de 92% dos brasileiros, apontam os estudos. Os mesmos apresentam fatos de uma pesquisa feita pela USP que os males mais comuns após o uso exorbitante das ferramentas tecnológicas são: problemas no sono, aumento do estresse, problemas sociais e fobias, no geral se torna vulnerável á mais transtornos psicológicos.
Levando em contas tais fatos apresentados, muitas maneiras podem ser os primeiros passos para o fim de inúmeros problemas. Revistas e veículos de comunicação que não usem modelos dentro dos padrões já impostos pela sociedade, influências da internet pararem de modificar suas fotos, dando mais impulso para que todas as pessoas possam também mostrar o seu lado verdadeiro e muitos outros. Porém cabe principalmente ao Ministério da Saúde, criar programas de auxílio psicológico levando em consideração que este é um problema que afeta 41% dos jovens brasileiros, segundo o Indicador de Confiança Digital (ICD).