A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 03/11/2020

No passar dos anos o “padrão de beleza” foi ficando cada vez mais alto, chegando ao ponto em que estava muito complicado as pessoas gostarem de sua aparência, foi quando chegaram os aplicativos de edição de imagem. Com esse novo apetrecho várias pessoas conseguiram finalmente ficar felizes, mas para outras a história foi diferente.

Com a descoberta dos aplicativos de edição, ficou mais fácil ficar “bonito”, principalmente na rede social Instagram, no Instagram foi implementado um filtro em que a pessoa poderia editar sua imagem, experimentando como ficaria seu corpo após cirurgias plásticas, porém esse filtro foi mais tarde retirado pelo motivo de incentivar o uso dessas cirurgias. Mas com o padrão de beleza subindo cada vez mais, mais e mais pessoas estavam ficando insatisfeitas com o seu corpo, muitas delas ficando depressivas porque queriam ficar com o corpo “perfeito”.

Nos últimos anos foi aumentando cada vez mais o número de pessoas depressivas, com a desculpa que estavam insatisfeitas com o seu corpo. Estudos comprovam que o ser humano inconscientemente julga as pessoas pela sua aparência, e com a chegada das redes sociais se tornou muito mais fácil. De acordo com estudos após a criação das redes sociais, as pessoas gostam mais de uma pessoa magra do que uma “farta”.

Diante desses fatos o SECOM (Secretaria Especial De Comunicação Social) junto com as emissoras de televisão poderia criar um movimento encorajando as pessoas a se aceitarem como são, e desconstruir o “padrão de beleza” que fora antes implementado.