A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 03/11/2020

Com a chegada da internet no ano 1988, as barreiras da distância existentes no mundo tornaram-se mais curtas. As redes sociais foram criadas para facilitar a comunicação, informar e entreter as populações de diferentes países. O grupo mais atingido por tal criação foi o dos jovens, interferindo benéfica e negativamente em seus comportamentos, inclusive nas mídias sociais, trazendo à tona consequências como o cyberbullying, depressão, suicídios e vícios.

O Instagram é um dos meios que mais causa prejuízos na saúde mental de jovens, gerando um sentimento de inferioridade com relação à autoimagem, fazendo com que boa parte de meninas e meninos pensem em mudar a própria aparência. Depressão, suicídio, síndromes, e transtornos alimentares, são os efeitos que os adolescentes vêm sofrendo gradativamente.

Ao mesmo tempo em que encurta distâncias, fornece informações constantemente, e ajuda profissionais e acadêmicos, as redes sociais surgem como alternativa bastante eficiente para vários aspectos. No entanto, por englobar um universo tão abrangente, principalmente para os jovens, abre espaço para casos de bullying virtual. Por outro lado, há a gritante dependência pelas mídias sociais, que segundo estudos científicos é pior que o vício em cigarros e álcool.

Em virtude dos fatos apresentados é notório os prejuízos acusados pelas redes sociais nas pessoas. Em vista disso, o Ministério da Educação em parceria com as escolas, famílias e as próprias mídias sociais, devem promover debates expondo as consequências do comportamento dos jovens nas redes. Ademais, o governo necessita implantar psicólogos nas instituições de ensino, visando atendimentos e soluções que ajudem os jovens a lidar com esta problemática.