A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 06/11/2020
A obra cinematográfica norte-americana “O Dilema das Redes”, mostra como o papel das redes sociais causam alienação e danos à sociedade. A partir disso, percebe-se que a busca pela perfeição vista na mídia é cada vez mais normalizada pela população, o que gera desconfortos e distúrbios para parecer o que não é por ver uma imagem distorcida e manipulada na comunicação social. Nesse contexto, é importante mostrar que não se pode confiar em qualquer imagem que é visualizada nos aplicativos sociais.
Em primeiro plano, é evidente que após acompanhar blogueiras que estão dentro do padrão de beleza, tendem a influenciar seus seguidores a agirem da mesma forma, com imagens fraudulentas. Pesquisadores da Universidade John Hopkins, realizaram uma pesquisa em que um grupo de mulheres com idade média a 25 anos, em que os aplicativos de fotos e mídia influenciam seu comportamento a realizar cirurgias plásticas. Diante disso, é possível obter conhecimento de que as ilustrações pessoais manipuladas nas redes podem trazer uma anomalia para a nação, onde sempre tentam ir a nível que não é natural ou bom para a saúde tentando ficar igual a algo que realmente não existe.
Outro ponto relevante, nessa temática, é o aumento de doenças psicólogas motivadas com o padrão de imagem que se há na internet e em seus sites. A psicóloga Fernanda Bretas ratifica que “A exposição à rede social pode aumentar sintomas ansiosos e depressivos na medida que as pessoas começam a comparar a sua vida com a dos outros”. Por isso, a baixa auto estima desperta os navegadores a utilizar aplicativos de modificação de imagem, onde transformam seus corpos e rostos para se sentirem melhor, mesmo que por um momento, diminuindo sua tristeza.
Dessa forma, é preciso soluções para combater a manipulação de imagem nas redes sociais. A mídia deve fazer parceria com influenciadores digitais, promovendo campanha sobre a demonstração do corpo natural além de promover palestras sobre a naturalização do corpo sem manipulação por aplicativos, mostrando que pode-se sentir bem sendo si.