A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 12/11/2020

A procura pela imagem ideal vem deste muito tempo, a Imperatriz Sissi é um exemplo claro desta busca pois mesmo sendo considerada uma das mais belas de seu tempo era capaz de colocar sua saúde em risco para ter uma aparência agradável. No Brasil, a manipulação da imagem se intensifica cada vez mais e com ela também vem crescendo a procura por tratamentos estéticos, como: peeling, aplicação de botox, harmonização facial, etc. Com a utilização desses recursos a sociedade cada vez mais tem necessidade de a todo momento estar com um ‘‘filtro’’, com isso acaba esquecendo de cuidar do principal sua saúde mental.

A construção da imagem perfeita, a autopromoção foi muito intensificada com as mídias sociais, o ‘’lugar’’ onde todos são felizes(ou pelo menos é o que parece) e todos os dias tem novidades. No filme ‘‘Never-um jogo sem regras’’ mostra como as redes sociais tem domínio e influenciam as pessoas a experimentarem novas coisas que na maioria das vezes acaba sendo danosa para sua saúde. Uma vez que não se consegue obter a perfeição o indivíduo acaba manipulando sua imagem para vender a sua imagem.

Ademais, o a criação de filtros nas redes sociais começou em 2015 desta daí este recurso sempre foi muito bem vindo nas postagens. Segundo uma pesquisa publicada no ‘‘United Kingdom’s Royal Society of Public Health’’ feita com jovens de 14 a 24 anos, no Reino Unido, deixou claro que o constante uso das mídias faz com que os jovens fiquem mais  propensos a terem depressão e outros problemas com relação a autoestima. Sabe-se assim, que esse escape da realidade se tornou prejudicial a saúde mental pois quando o usuário se depara com a realidade acaba ficando frustrado.

Dado o exposto, a manipulação da imagem nas redes sociais está diretamente ligada a decadência da saúde mental do indivíduo. Por isso, é necessário que seja criado campanhas com  hashtags que encorajem as pessoas a usarem menos filtros e serem mais reais, ou seja, mostrar que nem sempre elas acordam como a Barbie.