A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 12/01/2021
Ao analisar como redes sociais e sua influência sob a vida de seus usufruidores, pode-se afirmar - assim como Henrique e Juliano abordam por meio da música “É Fake”, lançada em dois mil e quinze - que a maioria busca mostrar um padrão de vida e beleza irreal. Em decorrência disso, o número de procuras por produtos redutores de peso e cirurgias plásticas, aumento considerável.
Em primeira instância, deve-se pontuar que o corpo bonito e saudável para a sociedade, ainda tem como espelho a magreza. Com a ajuda das redes sociais utilizadas regularmente, este padrão é facilmente imposto, e para aqueles que não possuem, uma frustração e rejeição infelizmente ganham espaço. Assim, produtos que prometem milagres emagrecedores são vendidas e consumidas sem algum acompanhamento profissional, podendo acarretar problemas futuros.
Em segunda instância, o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo - segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). A busca pela perfeição, juntamente com o incentivo de filtros que alteram a realidade (como rinoplastia, preenchimento labial, bichectomia, harmonização facial, dentre outros), fazem com que o primeiro lugar no ranking sejaecido; haja vista que os afetados, sem se importar com riscos cirúrgicos e condição financeira, fazem de tudo pelo resultado desejado.
Por conseguinte, cabe ao suporte das redes sociais, monitorar filtros e propagandas que, de alguma forma, pode afetar a autoestima e saúde mental dos usuários. Além disso, disponibilizar e promover informações sobre a importância da saúde além da estética, contribuirá para a desconstrução desse padrão de beleza e maior aceitação pessoal, caminhando para uma nação igualitária e sem paradigmas.