A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 24/11/2020
Desde a criação da Internet no ano de 1969, a rede vem se aprimorando, com o desenvolvimento da tecnologia da informação, as redes sociais também surgiram. Assim, em 1995, surgiu a primeira rede social nos Estados Unidos, chamada Classmates, que tinha como propósito manter comunicação entre estudantes universitários. A partir disso as redes sociais foram evoluindo até as atuais, Instagram, Facebook, Twiiter e várias outras, nas quais as pessoas postam fotos pessoais entretanto, ficam a mercê da manipulação de outros usuários. Em virtude disso, há uma grande quantidade de crimes cibernéticos e sobretudo, consequências para a saúde mental das vítimas.
Ademais, é muito comum a adulteração das imagens com efeito especiais para “embelezar” a foto que, acabam afetando indiretamente na autoestima das pessoas que as veem pois, cria uma realidade e visão falsos sobre outros indivíduos e do mundo em geral. Desta forma, os sujeitos sentem que a vida deles é muito “entediante”, “desinteressante”, “sem graça” e passam a buscar aquela “vida editada” que viram nas redes sociais. Logo, a busca do “corpo padrão” e de uma “vida social ativa” começa, nesse caminho, muitos fazem procedimentos cirúrgicos perigosos ou ficam com baixa autoestima e até, depressão.
Outrossim, existem também os criminosos que editam as fotos de alguns perfis, com más intenções, fazem comentários de ódio ou iniciam “cyberbullying”. Os principais afetados são os adolescentes já que, estão numa fase de mudanças hormonais o que causa grandes incômodos com relação à aparência e inseguranças, assim ficando mais vulneráveis e sensíveis aos comentários alheios.
Diante de tal problemática, é muito importante o controle emocional e a autoajuda que, poderia ter seu lugar nas escolas, sendo implantada pelo Ministério da Educação, dentro da grade curricular, na forma de palestras e reuniões. Para mais, uma campanha para aceitação de todos os tipos de corpos e fiscalização mais ferrenha contra “cybercrimes”, pelos aplicativos.