A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 24/11/2020

De acordo com a Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial (AAFPRS), cerca de 55% dos seus pacientes relataram que queriam realizar o procedimento apenas para melhorar suas em fotos ou impressionar amigos nas redes sociais. Desse modo, podemos ver que as redes sociais vem manipulando e criando um estereótipo para as pessoas, que gastam seu dinheiro, tempo e saúde mental. Ademais, essa problemática ocorre por conta da insegurança com a sua própria beleza e a tentativa de se encaixar nos padrões de beleza.

Em primeira análise, é evidente que devemos nos amar da forma que somos. Logo, como já dizia Charles Chaplin " “Aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, nem orgulho. É amor próprio.” Assim, ser inseguro e tentar ser quem você não é ou não deseja ser, apenas por vontade ou desejo dos outros é um erro e pode causar sérios problemas, como a criação de uma imagem que nunca foi desejada, mas que agora te pertence para sempre.

Outrossim, é quase impossível que nos dias de hoje, uma pessoa conectada nas redes sociais não tenha visto algum caso de pessoas se modificando para entrar nos padrões de beleza impostos pela sociedade. Dessa maneira, a imagem que foi criada a anos de uma pessoa e corpo ideal vem causando muitos problemas como consequência, o bullying, ciberbullying, suicídio e depressão. Nessa perspectiva, é possível de observar a problemática com outros olhos na série “Black Mirror” no episódio “Queda livre”, onde mostra como seria a vida se ela apenas dependesse de como você é nas redes sociais e o quanto você é famoso.

Entretanto, é necessário que diretores de escolas de todo o mundo promovam reuniões e palestras com pais de alunos, alunos e amigos de alunos, sobre como o amor próprio e a segurança de como sua beleza é são importantes, para que o padrão de beleza que muitos seguem seja deixado de lado e pare de ser um problema. Portanto, fazendo isso o índice desse problema abaixaria e até deixaria de ser um déficit na sociedade.