A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 24/11/2020

Com o advento da Internet no final do século 20, as barreiras de distância no mundo tornaram-se cada vez menores. Inúmeras redes sociais foram estabelecidas para promover a comunicação, troca de informações e entretenimento entre pessoas de diferentes países. O grupo mais afetado por esse desenvolvimento são os jovens que realizaram intervenções benéficas e negativas em comportamentos, incluindo mídia social, expondo consequências como cyberbullying, depressão, suicídio e dependência.

Ao encurtar distâncias, simplificar conexões, fornecer informações constantemente e ajudar profissionais e acadêmicos, as redes sociais parecem ser uma alternativa muito eficaz em muitos aspectos. Porém, por abranger um mundo atraente, principalmente para os jovens, abre espaço para casos de bullying virtual com conhecimento pessoal ou mesmo informações falsas sobre determinada pessoa. Por outro lado, as pessoas têm uma forte dependência das redes sociais, que de acordo com pesquisas científicas é pior do que a dependência de cigarros e álcool.

Ao mesmo tempo, o Instagram é um dos meios mais prejudiciais à saúde mental dos jovens, criando complexo de inferioridade em termos de autoimagem, o que faz com que muitos meninos e meninas considerem mudar sua aparência. Depressão, suicídio, ansiedade, síndromes e transtornos alimentares são o sofrimento gradual que os jovens sofrem com suas posições erradas nas redes sociais.