A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 29/11/2020

Estudos indicam que 97% dos usuários de redes sociais, antes mesmo de se levantarem da cama pela manhã fazem uso das plataformas interativas como o Instagram, Facebook e Snapchat; onde a busca pela perfeição é exacerbada através de fotos padronizadas e filtros que almejam a “perfeição es. Até onde esse contato é benéfico à saúde mental?

Certamente, as interações nas redes sociais disseminam padrões estéticos que não condizem com a realidade. Milhares de filtros para as famosas selfies são criados todos os dias no Instagram, com a finalidade de embelezar o rosto retirando manchas e rugas, afinando o nariz, aumentando a boca e etc.  Esses ajustes evidenciam de forma cruel a insatisfação das pessoas com a sua própria aparência, ocasionando impactos negativos à saúde mental.

Diante disso, nota-se um cenário preocupante estritamente relacionado a essa padronização da beleza que evidencia uma baixa autoestima, insegurança e até mesmo depressão por não ter a aparência desejada, isso implica na qualidade de vida das pessoas e nas suas relações interpessoais que são prejudicadas.

Portanto, evidencia-se que a manipulação de imagens nas redes sociais ocasiona malefícios à saúde mental dos usuários. Para solucionar essa problemática, devem ser implementadas regras mais rígidas de controle desses filtros utópicos e campanhas online de conscientização sobre as diferentes belezas e qualidades de um rosto, ressaltando que a beleza mais importante é a interior.