A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 11/12/2020

Na mitologia Grega, há o mito de Narciso de acha feio o que não era espelho. Essa idealização promove a manipulação de imagem, nas redes sociais e fomenta os malefícios à saúde mental. Contudo, não podemos desqualificar essa exposição que ocorre nas mídias sócias. Isso serve para identificar esse fato social e orientar as pessoas sobre os malefícios que afeta à saúde metal das pessoas. por isso, realidade, precisamos buscar junto com os poderes públicos e privados mecanismos educacionais e judicias para combater esses malefícios provocados nessa manipulação.

São notórias, as mudanças que vivemos hoje na quarta revolução industrial 4.0 que são a Inteligência artificial e robótica. Esses avanços ocorrem, também, na manipulação de imagem, por aplicativos, aparentemente, inofensivos as pessoas. Mas, uso freqüente de filtros nas “selfie” é perigoso porque fomenta o mito de Narciso. Isso leva às idealizações da beleza, nas pessoas que acessam esses aplicativos. Isso provocar malefícios à saúde mental. Pois, precisamos ficar atentos a essa manipulação nas redes sociais pode trazer como pessoas.

É importante frisar que, nas mídias sócias, há um estado de narcisismo. Assim como, Caetano Veloso: É que Narciso acha feio o que não é espelho. Tudo isso fomenta um comportamento de superestimação da beleza grega nas pessoas que fazem uso dos novos filtros. Exemplo de filtros que estavam em uso pelo “Instagram” e foram retirados são os Fix Me e Plastic. Isso devido ao padrão de branqueamentos das pessoas em detrimentos das outras cores de cútis.

Portanto, fica clara a necessidade do Estado criar leis que fundamente o Ministério da Justiça punifr as empresas que desenvolve filtros digitais que criar comportamento malefícios à saúde mental nas redes sócias. Cabe ao Ministério da Educação desenvolver nas universidades e nas escolas  uso coreto dos filtros de autorretratos das redes sociais. Assim, a sociedade pode fiscalizar e denunciar essa violência simbólica por aplicativos criados por essa política de Estado.