A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 13/07/2021

O filme “O mínimo para viver”, dirigido por Marti Noxon, aponta uma doença que diversos jovens, a anorexia. Nesse filme, a atriz Ellen emagrece mais a cada dia, causando um enorme desconforto em relação a sua aparência física e também mental. Assim, além de ter uma imensa semelhança nos dias de hoje, onde a busca pela perfeição e a promoção de um padrão irrealista seja uns dos grandes vilões para a sociedade de hoje.

Em primeiro lugar, é imperioso compreender que a busca pela perfeição para a população brasileira está atualmente. Consoante a uma pesquisa realizada pelo UOL em 2018, uma busca pela ampliação mais de 33%. Esse dado indica que, por conta disso, como pessoas acabam vivenciando problemas, como por exemplo, distúrbios alimentares, depressão e também ansiedade para que se possa encontrar dentro da estética, construindo uma observação entre os jovens, principalmente.

Em segundo lugar, é de suma promovida que a promoção de um padrão irrealista pode prejudicar drasticamente o futuro dos cidadãos. Durante anos, todos sempre viverão ter um corpo ideal, ou seja, de acordo com uma norma padrão imposta pelos seres humanos. Isso ocorre pelo fato de que as pessoas magras são mais elegantes do que as que estão mais acima do peso, trazendo em conta uma comparação e disputa. Dessa forma, os cidadãos vão atrás do mais ideal, muitas vezes não por saúde, e sim, aparência.

Portanto, visto os desafios que contribuem para manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental, é necessário uma atuação governamental para combatê-los. Diante disso, o Ministério da Saúde deve intensificar campanhas com especialistas, como psicólogos, com o objetivo de ajudar e dialogar de forma mais aperfeiçoada sobre esses assuntos com as pessoas. Para tal, é indispensável o direcionamento de verbas para poder contratar estes profissionais e atestar o seu direito, tendo como oferecer um melhor atendimento. À vista disso, o filme “O mínimo para viver” não se difere muito da realidade em que vivemos no país.