A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 09/08/2021

No documentário comtempôraneo “O Dilema das redes”, é mostrado a bolha de informação que denomina-se redes socias, no que condiz as seus interesses voltados, intereimente, ao consumo, onde  algoritmos traz resultados premedidatos de acordo com suas pesquisas, a partir de um controle de dados. Sob essa analogia presente no roteiro, percebe-se que dentro das redes sociais há uma manipulaçao no que diz respeito a nós mesmos, haja vista que as pesquisas refletem sobre nossos interesses e vontades, na qual transparecem nas imagens,fotos e vídeos que mais curtimos . Seguindo essa lógica, é cabível analisar o modo como a má manipulação das imagens nas redes socias, interfere na saúde mental dos usuários, á sombra da comparação excessiva e da busca por padrões de beleza idealizados.

Segundo o filosófo Zygmunt Bauman “as redes sociais são úteis, oferecem serviços prazerosos, mas são uma armadilha”. Nesse sentido, o modo na qual vemos e reagimos a tudo que está presente dentro das redes, pode fazer da mesma um instrumento descomedido de comparações e represálias, que distância os usuários a mostrarem sua real aparência, fazendo-os  mostrar algo oposto a sua realidade, atráves de filtros do instragram e  photoshop. Dessa maneira, tal atitude pode afetar de maneira negativa a saúde mental de outros usuários e imergir-los numa  realidade totalmete distorcida.

Outrossim, o hábito de se comparar insere no meio social um padrão de beleza idealizado, a partir do momento em que mecanismos de beleza são criados para aproximar os usuários daquela realidade inexistente de pele perfeita, cabelo bom, boca grande e bochechas rosadas ou leva-los a fazer procedimentos estéticos de maneira inconsequente, devido a essa imposição de  padrões. Além disso,  a ilusão gerada pelas meios sociais está interligada a fatores prejudiciais a saúde psíquica, como: baixa-autoestima, depressão, ansiedade e recusa á beleza natural, aumentando o  consumo de maquiagens e filtros. A vista disso, o poeta Onifur Leafar profere " Se não nas minucias naturais, não consigo ver beleza nos exageros artificiais.”

Portanto, medidas estratégicas devem tomadas para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC, juntamente com o Ministério da cultura, devem promever palestras em escolas, para alunos do ensino médio, por meio de especalistas no assunto de mídias digitais. Tais palestras, devem ser web-conferenciadas nas redes sociais dos ministérios, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre a má manipulação de imagens e atingir um público maior. Por fim, é preciso que a comunidade brasileira olhe de forma mais otimista pra diferença, pois como constatou Hannah Arendt:  “A pluraridade é a lei da terra”.