A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 27/08/2021
A manipulação do serviço e controle de dados são um dos mais proeminentes aspectos da tecnologia. Assim, enquadra-se neste quesito o âmbito da utilização de softwares de edição facial e intuitivos nas redes sociais que promovem entre os indivíduos uma sensação de satisfação pessoal. No entanto, o uso destes procedimentos podem acarretar diversos problemas como a falsificação de identidade, tudo isso atrelado a um senso de insegurança e refúgio por parte dos usuários.
Desse modo, podem-se inferir os aspectos sociais referentes à problemática. Logo, deve-se analisar a procura abrangente de jovens por aplicativos de entretenimento social nos últimos anos, devido a esse aumento de requisições as empresas responsáveis pelos desenvolvimentos desses programas investem fortemente em funções modeladoras de perfis do rosto que culminam na propagação do marketing empresarial, culminando na maioria das vezes no viral dos veículos de mídia.
Além do mais, a saúde mental dos utilizadores é questão preocupante neste cenário uma vez que jovens e adultos estão cada vez mais propensos a aderirem ao lazer digital. Com isso, essas pessoas acabam sofrendo um processo de exposição frente às mídias sociais quando, em ocasiões especificas, sentem-se mais dispostos a alterarem o seu padrão de vida cotidiano por uma situação avulsa a esta, manipulando suas imagens em prol de uma visão “recíproca da sociedade” em relação as suas ações. Contudo, com a pluralidade vigente de ideias no espectro contemporâneo, torna-se difícil a aceitação total por parte das pessoas desses critérios o que corrobora para o sentimento de culpa de muitos internautas.
Dessa maneira, é indubitável dizer que a manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios a saúde mental dos usuários deve ser combatida por meio de políticas públicas. Então, o Estado terá que propor com o auxílio do Ministério das Comunicações, um programa de inclusão social que vise propiciar e efetivar para a população brasileira conselhos e medidas que possam contornar os anseios populacionais em detrimento da alteração imagética. Feito isso, com o apoio da mídia o governo também poderá divulgar em rede nacional normas as corporações proprietárias das redes que possam contribuir para estas estimularem o controle emocional de seus usuários, na tentativa de estabelecer um seguimento moral e plural. Adotadas essas circunstâncias a sociedade brasileira procederá como uma nação mais empática e solidária.