A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 06/09/2021
Desde que o site Classmates foi criado por volta de 1995. Iniciou-se então uma subdivisão da internet, as redes sociais. Diferente dos meios de comunicação anteriores, onde envolvia apenas o remetente e o destinatário; as redes conseguiam unir pessoas desconhecidas ao redor do mundo todo. Entretanto não durou muito até que os problemas do mundo real fossem inseridos no virtual.
Com as ferramentas de entrar em grupos e seguir outras pessoas, há alguns usuários que se destacam, assim ganham ainda mais seguidores, ficando famoso. Essas pessoas ditam a moda e o padrão que tem que ser seguido, o que é mais bonito e bem visto, tudo isso por meio de uma enorme seletividade interna nas redes sócias. Esse padrão tende a ser seguido pelos demais usuários, onde eles acabam por utilizar filtros, aparelhos de edição de imagem, pois os mesmos também almejam a fama e mais seguidores.
Essa “moeda de troca” os followes, são pequenas amostras de felicidade, quantos mais seguidores você tem, mais amigos você tem, logo mais pessoas te admiram. Mas isso não é verdade. A rede social foi aos poucos deixando de ser um ambiente para fazer amigos de verdade ou apenas para bater papo e se tornou uma competição. Isso torna o viciado em fama dependente, necessitando da aprovação e atenção de quem os segue. Esse tipo de usuário não altera apenas as suas fotos para parecer mais bonito aos olhos do padrão, mas também a sua própria personalidade
Para que seja possível assegurar a saúde mental dessas pessoas é necessário manter medidas que promovam o contra padrão, a diversidade e a singularidade de cada um. Uma medida drástica, porem funcional seria a exclusão da ferramenta de visualizar seguidores, mas continuar com a de seguir uma pessoa e ser seguido, mantendo a possibilidade se conhecer pessoas, dessa vez reais.