A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 06/10/2021
É certo dizer que as redes sociais exercem, cada vez mais influência sobre a vida dos seres humanos. Assim, pode-se dizer que este fato influi diretamente em atitudes e pensamentos que os usuários delas podem ter através da manipulação de imagens. Devido à impressão de perfeição causada por essa distorção de realidade, os usuários têm a saúde mental afetada por não se encaixarem nos padrões impostos pela sociedade, além de possuírem exemplos rotineiros de “perfeição” na internet, iniciando assim uma jornada prejudicial em busca desta.
Hodiernamente, as redes, em sua maioria, possuem filtros, isto é, vertentes do aplicativo que permitem ao usuário mudar algo de sua aparência assim, dando um aspecto de plenitude. Com isto, elas acabam sendo impostos padrões de beleza irreais, que por serem utópicos, acabam aumentando a procura por procedimentos estéticos ou formas drásticas, prejudiciais à saúde, de alcançar este nível.
Então, a partir dessa lógica, um estudo publicado no periódico Computers and Humans Behavior apontou que indivíduos que usavam, contiuamente, as redes sociais apresentavam três vezes mais chances de desenvolver transtornos de ansiedade em comparação à parcela de pessoas que não as utilizam. Dessa forma, entrar em contato constante com corpos esteticamente padrões, muitas vezes editados para causar esta sensação, pode causar insegurança nas pessoas que não se sentem bem com seus corpos.
Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para reduzir os impactos negativos na saúde mental dos usuários. A mídia, em parceria com infçuenciadores digitais, deve promover uma campanha sobre o uso saudável desses aplicativos, por meio de comerciais e posts que mostram a diferença entre publicações e a realidade, para explicitar que nem toda foto condiz com a vida real, assim como todo corpo é perfeito.