A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 04/09/2021

Na musica “Prom Queen” do grupo musical Beach Bunny, traz em sua letra a visão de uma garota que se compara com os padrões impostos pela sociedade e se culpa por não se encaixar. Tal realidade é refletida principalmente entre os jovens que veem no instagram os ‘influencers’ com corpos perfeitos e cheios de filtros que alteram totalmente os traços dos usuários, modificando o parâmetro de beleza. Além de photoshop, as redes sociais incentivam e normalizam a prática de procedimentos estéticos invasivos e muitas vezes desnecessários, trazendo consigo malefícios à saúde mental. Logo, medidas devem ser tomadas.

Em primeiro lugar, é preciso reconher a dimensão que a internet tem na vida das pessoas. Rolando o ‘feed’ do instragram pode-se observar o uso excessivo de filtros e photoshop para aparentar ter o corpo perfeito, fazendo com que muitos adolescentes e jovens adultos se comparem e acabem se frustrando por não obedecer os padrões. Além disso, a comparação é feita muitas vezes em conjunto com a família fazendo com que os jovens desenvolvam probelmas psicológicos e transtornos alimentares. Desse modo, apresentando um quadro cada vez mais preocupante, visto que, é tratado de forma banal tal situação.

Por consequência desse padrão totalmente irreal, procedimentos estéticos como lipoaspiração, lipoLAD, botox, rinoplastia, entre outros, estão sendo feitos com mais frequência e muitas vezes sem necessidade e muitas vezes sem acomapnhamento psicológico. Como um exemplo de como essa influência mexe com as pessoas é a ‘youtuber’ Virgínia Fonseca que fez a lipoLAD antes de uma gravidez e pouco tempo depois seu corpo já voltou ao normal, consequentemente as outras mulhreres se comparam com ela causando problemas à saúde mental como depressão, transtorno dismórfico corporal, problemas na autoestima, entre outros. Assim, tronando as alterações corporais por cirugias o mais atraente e o bonito.

Em suma, é necessário tomar medidas para que diminua cada vez mais essa padronificação do corpo perfeito. Portanto, o Ministério da Saúde deve disponibilizar em conjunto com escolas e empresas de comunicação palestras em escolas e nas redes sociais com psicólogos para explicar e mostrar o perigo da alteraçao da própria imagem e devem fiscalizar as propagandas que são totalmente padronizadas e explorar a representatividade. Por fim, deixando a sociedade mais educada e mais saudável.