A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 10/09/2021
Como influenciar corretamente.
A revolução tecnológica guiou o mundo para um caminho de abrangência, saber e dominância perante a assuntos que, anos atrás, não se era capaz de ter conhecimento em tais áreas. É claro que, como tudo que possui lado positivo, também apresenta obstáculos representados por lados negativos, como os distúrbios psicológicos desenvolvidos diante do uso de redes sociais devido a sua associação com a imagem.
Em 2010, com a criação do Instagram, a palavra “imagem” passou a ser acompanhada juntamente de um peso incomum e nada saudável quando o assunto é mantê-la agradável ao público. Ou seja, em todas as ocasiões se é criado um padrão de peso, corpo ideal, rosto simétrico, cabelo, roupas, ângulos, tudo que é possível quando é colocado em vista um ser humano, principalmente uma mulher, que, sob pressão de gigantesco valor estético, acaba se iludindo com a irrealidade das redes sociais e afunda num poço de negação e baixa autoestima.
Dessa forma, a sociedade dos dias de hoje se baseia em tudo que vê e lê na internet, onde grande parte de seus conteúdos são manipulados de forma que se encaixe nos modelos preestabelecidos pelos parâmetros harmoniosos e atraentes sobretudo de indivíduos manuseados em aplicativos de edição de fotos. É impossível para muitos evitar que toda essa situação, mesmo que fictícia não mexa com seu psicológico, moldando-o negativamente até que crie distorções de sua própria imagem, podendo encaminhar diretamente à casos mais severos como a depressão.
Portanto, se baseando no inexistente protótipo concebido por influências digitais, pode-se afirmar que é necessária a apresentação daquilo que é concreto, de pessoas reais, mostrando assim, positivamente, que nem tudo é sobre padrões, e que ser você mesmo é a prova mais pura disso.