A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 13/10/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos direito à saúde e bem-estar na socidade. Entretanto, os estigmas com a manipulação de imagem traz um contratempo, ao desenvolverem problemas mentais, como o transtorno dismórfico corporal, quando ocorre a percepção alterada de si mesmo.
Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater doenças mentais, dessa forma, não há o acompanhamento e palestras, o que é fundamental para criar uma boa estrutura piscológica em crianças e adolescente, para evitar a dismorfia. Nesse sentido, essa declaração, segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não garante que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o qual é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar as redes sociais como impulsionador desse contratempo, com a exposição de um padrão de beleza inalcançável. Diante de tal exposto, a ultilização de filtros e photoshop nas próprias ferramentas, está cada vez mais comum e de fácil acesso, diminuindo a autoestima dos usuários e mostrando algo irreal. Logo, é inadimissível que o cenário continue.
Contudo, é imprescíndivel que Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, faça uma proposta de incluir psicólogos nas escolas, exclusivamente para área de transtornos mentais, com o fim de de um bom acompanhamento para uma mente saudável. As redes sociais por sua vez, diminua o uso exagerado de efeitos plásticos em seus filtros, mostrando a realidade das pessoas e diminuindo os padrões de beleza. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.