A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 17/03/2024

Tendo em vista a atual situação referente a manipulação de imagem nas redes sociais, é notório que é uma questão a se tratar. Nesse contexto, percebe-se que a geração Z são os seres mais manipuláveis, o que torna mais fácil de adquirir problemas de autoestima entre outros diagnósticos de problemas psicológicos ao acompanhar falsas aparências em redes sociais.

Certamente os filtros modificadores em aplicativos fazem sucesso justamente por modificar a aparência e deixá-los mais parecidos com celebridades taxados como perfeitos. Por esse viés, o uso frequente de filtros encontrados em redes sociais como “Instagram”, “Snapchat” e “TikTok” podem causar graves dismorfias corporais e comparações com corpos e aparências alheias, gerando problemas com baixa autoestima e transtornos alimentares que buscam o “padrão” da sociedade.

Ademais é possível analizar que os jovens usuários vivem em uma falsa realidade, sem pensar nas consequências de algorítimo. Cada vez que os indivíduos se abastecem de conteúdos que apenas expressam a vida real, mais os jovens se sentem insuficientes e mais uma vez se comparam com a rotina e uma vida cheia de mentiras e mídia.

Portanto, é necessário que os órgaõs governamentais e da tecnologia proíbam o uso de filtros modificadores, de modo que os jovens não se sintam mais inferiores ao lado de “influencers” presentes nas redes sociais. Somado a isso, é um dever da sociedade mostrar apenas a realidade, deixando a mentira de uma falsa aparência, falsa rotina e falso corpo de lado, para que os jovens influenciados entendam o que é uma vida real sem a pressão de serem perfeitos.