A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 17/03/2024
O filme “O mínimo para viver”, traz em seu roteiro uma crítica aos padrões muitas vezes inalcançáveis impostos pela sociedade. Tal situação ,muitas vezes ocorre por conta da dependência tecnológica da população, principalmente dos jovens, os quais são manipulados pelos estereótipos sociais que resultam em uma ideia deturpada da beleza. Dessa forma, imagens manipuladas no mercado da moda e beleza podem contribuir para o desenvolvimento de bulimia, anorexia, depressão e até mesmo transtorno dismórfico corporal, em que a pessoa tem uma percepção falsa da própria imagem corporal.
Nesse cenário, é inevitável reconhecer a influência que todos os campos que tecnologia tem em nossas vidas e opiniões. Por exemplo, a comparação com modelos, atores e pessoas influentes no mundo digital, que surgem devido ao fato de todos seguirem um padrão pré-estipulado , que na maioria das vezes são pessoas brancas e magras. Nessa ótica, vale citar a teoria do naturalista Lamarck, que defendia que os indivíduos mudam cada vez mais em decorrência da pressão do meio, que os força a mudar. Logo, essa teoria ainda se faz presente no mundo atual,pelo fato de as pessoas sentirem a necessidade de realizar procedimentos estéticos e alterar sua imagem pessoal apenas por influência sociale para serem como o esperado.
Sendo assim , cabe ao Ministério da saúde juntamente com pessoas e empresas influentes no meio tecnológico, concientizar a população e desmistificar os danos que a alteração da própria imagem podem acarretar no futuro de tais. Em síntese, os orgãos públicos devem ter a devida fiscalização das propagandas e conteúdo que serão induzidos à mente dos indivíduos , para que assim , jovens no futuro não tenham de arcar com as consequências e pressão implantadas pela mídia. Evitando assim, vivenciar situações semelhantes ao filme " Omínimo para viver".