A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 17/03/2024
Debate-se bastante acerca dos malefícios vindos da manipulação de imagem nas redes sociais, afinal, a Constituição de 1988 promove que o bem estar do indivíduo seja preservado, incluindo a saúde mental.
Ademais, pela tecnologia ser uma ferramenta tão prática na atualidade e por muitas vezes o vício nas sedes sociais ser frequente é comprovado que no Brasil, por exemplo, que 63% da população é muito ligada a internet.
Tendo isso em mente, 52,9% mostram ter alguma doença mental vindas de inseguranças, uma vez que aplicativos de relacionamento como “Tinder” estão ligados a tal causa, já que, escolher alguém para um encontro baseado na aparência é o início para manipulação de imagem no intuito de agradar um possível companheiro ou uma audiência como é visto no “Instagram” do qual, também contribuiu na popularização de filtros que alteram as feições dos usuários
Diante do exposto, fica claro que a popularidade de filtros vem da crescente pressão midiática em ditar o que é belo, bem como a normalização de cirurgias visando se enquadrar nesse padrão.
Assim, é necessário que o Ministério da Saúde, em parceria com as empresas privadas de comunicação, realize em suas mídias lives com psicólogos, explicando os malefícios da alteração da própria imagem, a fim de que os usuários estejam cientes das consequências psicológicas que tal escolha possa causar. Paralelamente, a Secretaria da Cultura deve fiscalizar as propagandas divulgadas pelas grandes marcas, criando normas sobre os modelos a serem escolhidos, com o objetivo de fornecer uma maior representatividade.