A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 18/05/2025

A manipulação de imagens das redes sociais consistem, basicamente,em alterar fotos, geralmente com editores ou filtros, para atender a padrões estéticos idealizados. Essa prática é comum em plataformas como Instagram, TikTok e outras, onde a aparência muitas vezes é supervalorizada. Atualmente, foram registrados resultados de consultas psicológicas, onde a maioria dos temas tratavam-se sobre a insegurança, principalmente dos jovens, em relação à sua autoestima, resultado de excesso de conteúdos da internet, que tem tal objetivo, a comparação.

Diante disso, com grande repercussão e investimento dessa distorção de imagem, vários aplicativos foram criados com tal objetivo, como Facetune, Photoshop, entre outros. A constante exposição a imagens irreais pode gerar consequências negativas. Além da baixa autoestima, a população geralmente é exposta, à transtornos alimentares (com anorexia e bulimia), causados pela busca da estética “perfeita”; depressão e ansiedade, quando o objetivo buscado não tem retorno; e dismorfia corporal, a distorção da percepção do próprio corpo, levando a uma busca incessante por mudanças.

Dentre os povos mais afetados pela criação de imagens irreais, destacam-se, jovens e adolescentes, mulheres e influenciadores, que muitas vezes são pressionados ao público a seguir a estética “perfeita”.

Portanto, é imprescindível, a educação digital e a criação de campanhas de conscientização que promovem a beleza real e a diversidade. Além disso, a regulação de imagens editadas, ação que já veio de alguns países, que possivelmente alteraria os resultados de pacientes no Brasil. Por fim, um apoio psicológico maior e um incentivo à autoestima, seriam itens básicos para a promoção de uma sociedade melhor.