A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 10/09/2019
Embora a lei que obriga os municípios a elaborar soluções para o problema da mobilidade urbana tenha sido sancionada em 2012, os desafios de chegar ao destino continua na mesma rotina: trânsito lento, congestionamentos, acidentes e longa espera por transporte coletivo.
Um dos motivos estar relacionado com a estrutura das vias, estreitas e com poucas opções, já não comportam a quantidade de veículos que trafegam diariamente. Além disso, a falta de sincronismos dos semáforos e a quantidade de cruzamentos entre ruas tornam o fluxo de veículos mais lento causando engarrafamentos.
O número de veículos nas ruas é consequência da deficiência do estado em fornecer transporte coletivo, forçando, assim o usuário a utilizar de meios próprios para fugir dos ônibus lotados, dos trens lotados e do tempo perdido. Assim, estamos enfrentando um processo que tende a se agravar, devido à ausência de ações concretas que viabilize o trânsito nos centros urbanos.
Ações como a construção de viadutos, alargamento das vias e construção de ciclovia dariam uma maior fluidez ao trânsito, essa última como uma excelente opção,por não poluir o ambiente já que o meio de transporte utilizado não queima combustível fóssil.
Ademais, podemos atuar na construção de novas opções de metrôs e na extensão do seu alcance para vias interestaduais, estimular os transportes fluvial de pessoas onde fosse possível o uso de balsas como a existente em Niterói no Rio de Janeiro. Ou seja, desconcentrar a demanda por transporte público.
Logo, para que seja possível implementar melhorias na mobilidade urbana é preciso que o estado disponibilize os recursos, execute de fato as obras nas vias e estimule a prestação de serviço privado de transporte através de parcerias. Assim as correções e melhorias conhecidas e bem difundidas sobre a mobilidade urbana não figuraram apenas no papel.