A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 06/08/2019

A Revolução Industrial, marcou significativamente a mobilidade devido o surgimento dos meios de locomoção, que possibilitou o homem de se mover em longas escalas e em melhor qualidade. Entretanto, com o aumento da circulação essa capacidade de se deslocar é fragilizada, tanto pelo crescimento de automóveis nos centros urbanos, quanto pela precariedade do transporte público no Brasil. Consequentemente, a sociedade é comprometida no seu direito de ir e vir, o que pressupõe uma análise, acerca dos entraves que englobam essa problemática.                       Em primeiro lugar, cabe citar a expressiva quantidade de carros em movimento nas grandes cidades, devido a preferencia da utilização de veículos individuais. Prova disso são os imensos congestionamentos que ocorrem como exemplo na cidade de São Paulo que se torna um empecilho no dia a dia da comunidade . Dessa forma a possibilidade de deslocamento de pessoas e mercadorias é prejudicada.

Ademais, a herança histórica da política rodoviária  do país traz marcas no senário do trasporte. Visto que, durante a presidência de Juscelino Kubitschek no final da década de 1950, o rodoviárismo foi implementado  de forma contundente, abandonando a implantação de outros modais. Dessa forma o apoio ao transporte ferroviário e metropolitano foram desprezados, o que é visível hoje na sociedade que sofre com diversos problemas como superlotação, congestionamentos entre outros.

Diante do exposto, o Governo, através do corpo legislativo deve propor incentivos econômicos para o desenvolvimento de modais ferroviários e metropolitanos que abrangem longos percursos em curtos períodos de tempo, além de possuírem uma maior capacidade e colaborar para a redução de acidentes e de emissão de gases poluentes entre outros. Assim o deslocamento dos cidadaõs ocorrerá de uma maneira mais prazerosa e segura.