A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 08/08/2019

As políticas de incentivos fiscais, que ocorreram no Brasil durante os últimos anos, permitiram o aumento do consumo da sociedade, princinpalmente, no que tange ao automovel. Assim, um quadro que proporcionou que entre 2002 e 2012 no país, o crescimento no número de veículos automotores fosse 10 vezes maior do que o crescimento da sua população. Contudo, essa realidade refletiu diretamente na problemática da mobilidade urbana, pois percebe-se que a fluidez nas ruas dialoga com políticas públicas que investe no transporte público e não no privado. Ademais,  outra questão que prejudica a mobilidade na nação é falta de acessibilidade nas ruas das cidades.

Em primeiro lugar, segundo a empresa americana Invix, em 2017 a cidade de São Paulo foi considerada como o sexto município mais congestionado do planeta, o motorista da capital paulista perde em média no transito 77 horas por ano. Assim, nota-se as consequencias do Estado em valorizar políticas de aquisão do transporte individual em detrimento da melhoria do transporte público, Uma vez que, ao anallisar situações de onibus e metros superlotados nas grandes e ademais, suas linhas não se estende por todo espaço urbano somado com o baixo incentivo para ciclovias, faz com que o cidadão, assim, escolha sempre o tranporte privado.  Mediante a isso, o governo que deveria inibir o convívio caótico, conforme o filósofo absolutista Thomas Hobbes, muitas das vezes, esse que a fomenta.

Outrossim, a questão da mobilidade também está relacionada com o deslocamento do pedestre pelo espaço urbano. No entanto, ao observar o processo de urbanização acelerado e desorganizado que ocorreu no país, nota-se que uma da consequencias é a crise da legitimidade do direito de ir e vir do cidadão, principalmente, no que tange ao deficiente físico, como por exemplo, a dificuldade de encontrar calçadas com rampas. Desse jeito, revela a falta de planejamento na infraestrutura das cidades para adequar com as necessidades da população.

Portanto, é preciso que o Estado venha executar melhorias no transporte público. Isso acontecerá, por meio do direcionamento de uma maior do tributo recolhido com objetivo de estender as linhas dos coletivos e metrôs, somado com parcerias do setor privado que envolva na compra de novos